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O Petit Palais, um dos edifícios mais belos construídos durante a Exposição Universal de Paris de 1900, é o joyero natural de um magnífica exposição dedicada à cidade Luz, no auge de sua fama, durante este período festivo abençoado pelos deuses da ‘Belle Epoque’.

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« Paris 1900 : a cidade espetáculo » é uma das exposições mais belas para ver agora para aquelas e aqueles que querem uma visão geral sobre a influência da cidade ao inicio do século 20. A exposição simplesmente anima aqueles que la veem com as suas numerosas sorpresas. Vocês vão sair daqui deslumbrados e mais contentos!

Uma figura só : 51 milhões de visitantes para a Exposição Universal, que resume o lugar que ocupava Paris em seu auge. Alguns desses visitantes parisienses são destacados por Albert Guillaume  em as suas detalhadas  saynettes d’aquerelle, apresentadas num pavilhão separado. Os parisienses conheciam seu poder de atração no mundo então aproveitavam esta situação com humor!

O visitante está deslumbrado de descobrir como Paris ficou bonito em esta ocasião da Exposição Universal de 1900. A estação ferroviária de Orsay, a estação ferroviária dos Invalides assim como a primerira estação de metro – com as famosas entradas do metro criadas por Guimet, rejeitadas nessa época por o estilo – foram construídas para esta ocasião. Pavilhões mais criativos que o anterior, todos junto ao Sena para o único prazer dos visitantes : a maioria estarão desmantelados no final da Exposição Universal!

Reconhecerão toda a amplidão da Exposição Universal graças a um plano e tábuas originais feitas pelo mítico « Petit Journal ».

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Cartazes de origem apresentam algumas das atrações que deixam sem palavras como a famosa Grande Roue com cápsulas que são em realidade verdadeiros carruagems! Você tem que imaginar o tamanho desta Grande Roue e a potência necessária para que vire! 

A Exposição mostra outras atrações totalmente improváveis e revolucionárias. A confiança e uma grande libertade de expressão se destacam ao sabor das montras e dos objectos apresentados. O filme de Georges Melies, « voyage dans la lune » apresentado na sua versão completa, vale a pena ser visto!

Descobrimos também os primeiros objectos no tema e o lugar que ocupava por exemplo o leque na vida cotidiana das mulheres Parisienses.

La Parisienne está sendo homenageada na exposição. Uma sala inteira está dedicada para ela com vestidos muito bonitos da época , também com uma maravilhosa capa de Charles Frederick Worth, e mostra como a mulher parisiense estava um modelo que o resto do mundo invejava e imitava graças a famosas costureiras como Jeanne Paquin. Ela foi o símbolo da Exposição ! 
A exposição reflecte como todos os artistas e artesãos do mundo se apaxionaram por a Cidade Luz nessa época.

A Exposição, muito bem realizada, apresenta os magníficos cartazes de Mucha e os primeiros filmes da época dos « Frères Lumière » como uma referência especial a uma foto de Eugene Atget representando um « salon de la métempsycose (sic) » enquanto na sala dedicada ao  “Art Nouveau”,  jóias criadas por Lalique estão ao lado de magníficas lâmpadas Daum, móveis « nouille » e jarras de Sèvres.

A sala das Belas Artes apresenta grandes obras de Rodin, Degas, Cézanne La salle des Beaux Arts présente des œuvres majeures de Rodin, Degas, Cézanne, precursores da arte moderna. No entanto, a minha maior emoção artística é uma obra de mármore branco de Louis Convers : « La Source », representando uma moça nua, bonita na altura. Uma maravilha de delicadeza !

Também vão ficar deslumbrados por un modelo de cadeira único pedido por Edward VII, futuro rei da Inglaterra, para um marceneiro parisiense. Deixamos vocês descobrir por que esta cadeira não se parecia com um trono... Vão ver a realeza de uma perspectiva muito diferente e que os nossos políticos franceses actuais só estão perpetuando uma tradição que já estava bem consagrada na Belle Epoque. Os paparazzi teriam tido muito trabalho nessa época rua Chabanais!  

Temos que dizer que Paris, com as suas meias-socialistes como Cleo de Merode era muito apreciado pela burguesia internacional. Numerosos quadros recriam essa atmosfera de festa e de libertinagem que reinava em Paris. Nadar capta aquelas mulheres bonitas e uma Mistinguett jovem. A guerra de 14 e as suas mulheres trabalhando nas fábricas de armas ou como uma enfermeira no front, ainda está longe, e uma serie de postais que reconstitui o dia bem inativo de uma verdadeira ‘Parisienne’…

A mais famosa daquelas parisienses, é Sarah Bernhardt : se desenvolve, linda, aparecendo toda enrolada nos cartazes de Mucha ou também jogando iguais homens. Com essas representações, entendemos então o impacto internacional que ela tinha e descobrimos outros talentos esquecidos.

Em suma, corram ver esta exposição assim como as muito bonitas coleções permanentes do museo e experimentem também o restaurante/ salão de chá que ofrece doces da famosa Casa Lenôtre que vocês poderão desfrutar no medio do jardim luxuriante e maravilhosos  mosaicos feitos por Facchina.

Poderão desfrutar de un bilhete com tarifa reduzida mostrando o seu bilhete de acesso pela Torre Eiffel ou do museo das Artes Decorativas ! Mais uma razão de admirar o Petit Palais e essa magnífica exposição!